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Assisti ao filme, inspirado por este livro, ontem e gostei muito.
Lembro que na época que o filme estava em cartaz no cinema ouvi comentários positivos e um muito negativo sobre o filme, hoje sei que a pessoa que fez o comentário negativo é que não tem a sensibilidade ou vivência necessária para extrair deste filme a maravilha que ele é.
Fitzgerald se inspira em um comentário de Mark Twain de que a vida deveria começar pela outra ponta para escrever o livro.
Vendo o filme percebi que é indiferente a "ponta" que se inicia a vida, mas a forma com que se encara a vida, pois na juventude ou na velhice temos limitações.
No decorrer de nossa vida podemos descobrir a eternidade de pessoas e momentos, mas o tempo gasto ou a idade não interfere nestas descobertas, pois para isso necessitamos de algo superior que não vem com o tempo, mas com o modo que vemos o que é existir.
