quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Ano, contagem de tempo...

O TEMPO E O ESPAÇO

Foto de uma galáxia, captada pelo telescópio Hubble

365 dias, o tempo que a Terra demora para completar uma volta em torno do Sol.
Aqui na Terra comemoramos mais um ciclo completado, fechamos nós também as escolas, tiramos férias, restauramos as forças para (re)começar, começar de novo, ou na verdade continuar a trajetória que iniciamos há tempos.
Através de nossos olhos muito pouco conseguimos captar do imenso universo, com o telescópio temos uma breve noção através das imagens do que existe espaço a fora.
Mas ao final de um ano comemoramos...
Lendo algum dos meus livros, li a seguinte frase:

"Pelo espaço, o universo me abarca e traga como um ponto;
pelo pensamento eu o abarco"  Pascal, Pensés

E penso, que capacidade é essa? Pensamento... Inteligência...
Enfim, que venha este novo ano, que se inicie mais esta contagem de tempo!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

AVATAR - Filme - James Cameron


Assisti em 3D, dublado.
Os efeitos 3D dão a impressão de que estamos dentro daquele mundo, se tornam naturais e como a história do filme é muito interessante não me prendi a observar apenas os efeitos, mas o todo.
A história é uma mistura de Pocanhontas (o encontro de dois mundos), Dinotopia, entre outros. Mas é tocante, passa também a mensagem da interdependência e interligação de todos os seres. O respeito, o vínculo e a relação existente entre os "homens", animais, vegetais, etc.
Uma cena marcante para mim foi no momento em que Jake pede para Neytiri ensinar os costumes do povo dela para ele e ela responde que em copo cheio não se pode colocar mais nada e então ele diz que está vazio...
Eu gosto muito de ficção e aventura, gostei do filme, recomendo.

domingo, 27 de dezembro de 2009

A CRIAÇÃO NÃO É UM MITO Outubro / 2007

MÓDULO 13: “A CRIAÇÃO NÃO É UM MITO”



Este capítulo aborda a relação entre ciência e a fé, aqueles que pela ciência chegam ao ateísmo e aqueles que pela mesma ciência aumentam a sua fé. O desenvolvimento da ciência que revela a existência de um macrocosmo e um microcosmo muito complexo e autônomo como o DNA.
A seguir exponho o pensamento de cientistas, filósofos, pessoas comuns, ateus e cristãos no decorrer dos tempos sobre estes temas.
As relações entre a ciência e a fé nem sempre foram claramente entendidas, principalmente nos séculos XIX e XX. Na década de 70 os cientistas russos julgavam estar dando o golpe final à Religião: “O progresso da Ciência liquidará definitivamente a fé religiosa”.
Ainda hoje temos autores como Richard Dawkins, cientista britânico que afirma que “Afastar-se da religião é avanço civilizatório” tendo escrito os livros “O Gene Egoísta” 1976, no qual reduz o ser humano a um punhado de genes interessados na própria reprodução, e “Deus, um delírio” 2007 onde faz um confronto clássico entre ciência e religião e pretende fazer com que os ateus “saiam do armário”.
Há também os filósofos ateus da “morte de Deus”: Fuerbach; Sartre, Shoppenhauer, Marx, Engels, Nietzche.
Seja ofensivo ou defensivo, há várias razões porque o ateísmo é inadequado como um sistema racional. Primeiro, o ateísmo não pode explicar satisfatoriamente a existência do mundo. Como todas as coisas, o mundo em que vivemos clama por uma explicação. O ateu, no entanto, é incapaz de proporcionar uma consistente. Se ele defende que o mundo é eterno, então vai contra a ciência moderna que mostra que o Universo teve princípio e está se deteriorando. Se afirma que o Universo teve um princípio, então deve considerar o que o causou. O ateu não pode logicamente provar a inexistência de Deus. Ateus eminentes como Gordon Stein e Carl Sagan tem admitido que a existência de Deus não pode ser refutada.
A ciência sabe que é incapaz de responder as perguntas fundamentais do homem: donde venho? Para onde vou? Qual o sentido do meu trabalho, da minha luta, da minha morte? Qual o sentido do universo, da vida, do homem? Por que isso tudo existe? O cientificismo se esvai. E a Filosofia ajuda a entender os mistérios, mas não dispensa a fé.
Mas muitos cientistas, em todos os tempos, se curvaram humildemente diante do Criador: Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, Johann Keppler, Isaac Newton...
Louis Pasteur, da Sourbone, cristão convicto, dizia que “a pouca ciência afasta de Deus, mas a muita ciência aproxima de Deus”.
Arthur Eddington (1882-1946) – físico e astrônomo dizia que “nenhum inventor do ateísmo foi pesquisador da natureza”.
Aristóteles (384 –322) não foi apenas o último grande filósofo grego; foi também o primeiro grande biólogo da Europa, que estudando a natureza, descobriu princípios que São Tomás de Aquino se utilizou para provar a existência de Deus.
1) O móvel é movido, em última instância por um motor imóvel;
2) As causas com efeito segundo a existência, em última instância são causadas por uma causa não causada;
3) O que não é necessário e contudo existe, em última instância existe por obra do necessário;
4) O mais e o menos se dizem de diversos atributos enquanto se aproximam de um máximo;
5) Os seres sem conhecimento não tendem ao fim senão dirigidos do exterior por um ente conhecedor e inteligente
As descobertas mais fantásticas da ciência sejam, no macro ou no micro cosmos, estão em sintonia com a fé corretamente vivida.
Diante dessas novas e grandiosas descobertas, a Ciência da década de 70 afirma que todo ser vivo realiza seu próprio projeto. Primeiro existe o projeto, vem a seguir a programação gravada em fita DNA e por fim há ser vivo.
Galileu Galilei já havia dito ser o universo escrito em caracteres matemáticos. Durante certo tempo vigorou entre os cientistas esta visão acerca da linguagem divina. Atualmente, o biólogo americano Francis Collins, um dos cientistas mais notáveis da atualidade, vê no DNA a linguagem que Deus utilizou para fazer o homem. Collins defende a idéia de que a investigação do mundo natural não impede a profissão de fé religiosa. “As sociedades precisam tanto da ciência como da religião. Elas são incompatíveis, mas complementares”.
O DNA é o plano de vida para cada célula de seu “nascimento” até a sua “morte”, Deus tem um plano para vida de cada um, com a diferença de que nós, seres humanos, temos o livre arbítrio, podendo escolher entre fazer o bem e o mal.
O corpo é formado por milhões de células que cooperam entre si para existência deste corpo, tal qual devemos agir como humanidade para que o nosso “organismo” universal não morra.
Somos resultados de nossos hábitos, e estes são sustentados pelas crenças que temos. E dentre elas, creiam, a mais fundamental é a de que todos independente, de raça, sexo, classe social, credo religioso, somos partes desta engrenagem fantástica chamada “humanidade” e que, antes de competidores, somos parceiros nesta empreitada na Terra. (Abner Muniz Telles – Advogado)
Bibliografia:
www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=49516
www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=ESCOLA&id=esc0059A
http://www.aquinate.net/p-web/portal-caleidoscopio/Ciencia-e-fe/Ciencia-e-fe-5-edicao/ciencia-dna.html
Apostila do Curso de Antropologia Teológica (Criação e Pecado) - Pe Estevão Tavares Bettencourt OSB - Escola “Mater Ecclesiae” - 1997
O Mundo de Sofia – Romance da História da Filosofia – Jostein Gaarder – Cia das Letras – 1995
Jornal Palmares Administração de Condomínio – maio / 2007
www.ribojf.vilabol.uol.com.br/ciencia.htm
www.logoshp.6te.net/ttpateus.htm
Este é um trabalho que apresentei quando cursava a Mater Ecclesiae, neste descobri o que desejava estudar, mas quando comentava que iria estudar Filosofia, as pessoas diziam que isso era "coisa de maluco" e que eu tomasse cuidado para não me afastar da fé, da religião.
Mas ao contrário, este estudo só veio a fundamentar meus valores religiosos, os quais seguia pela fé, agora os sigo também pela razão. Creio cada vez mais na Providência Divina.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Desejar conhecer

E para conhecer é preciso estudar, ler.
E por isso tenho adquirido muitos livros, ou nesta época os ganho de presente.
Minhas últimas aquisições
Fausto - Goethe (Tradução de Jenny Klabin Segall)
Os Sertões - Euclides da Cunha - Campanha de canudos (36a Edição), Francisco Alves
O Espírito da Filosofia Medieval - Étienne Gilson, Martins Fontes.
Entre tantos outros que já tenho... Plotino, Enéadas, Dicionários, Cecy Cony...
Santo Agostinho - Confissões, Pascal... Chesterton...
Outros que me emprestam, O menino do dedo verde.
E aqueles que sempre desejo ler, minhas Bíblias.
Assim conheço a cada dia um pouco mais...
e vou montando o quebra-cabeça do sentido de existir.
Meu mesmo, de hoje.

De malo - Tomás de Aquino

No dia 07/12/2005, a editora Sétimo Selo organizou uma palestra no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro, para apresentar o seu segundo livro — De malo ("Questão Disputada Sobre o Mal"), que teve o título de "Santo Tomás de Aquino e o mundo contemporâneo".

Participaram do evento o editor Sidney Silveira, o presidente da Academia Brasileira de Filosofia, e professor da Uerj, João Ricardo Moderno, o filósofo Paulo Faitanin (Universidade Federal Fluminense e Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro) e o tradutor Carlos Ancêde Nougué.

Para ouvir a palestra acesse o site abaixo.

http://www.edsetimoselo.com.br/palestra/palest.htm

Fonte transcendental

A expressão artística do Belo

- da Música à Literatura -

não pode se desvincular da sua fonte transcendental:
o Bem.

Na internet nada se cria tudo se copia. Autor desconhecido.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Trecho da palestra: Anjos e Demônios

"Se você enfraquece a inteligência

você enfraquece a vontade.

Se você enfraquece a vontade,

você aponta os desejos para todos os lados.

Se você aponta os desejos para todos os lados,

você está dominado...".....................................................................Professor Paulo Faitanin

Eles tentam pegar as falhas pela sensibilidade, pelo que há de mais baixo para alcançar o que há de mais superior, a inteligência.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O Belo


O que é belo? Platão já havia formulado a questão no diálogo Hípias Maior, e neste nenhuma das respostas de Hípias pode satisfazê-lo, pois todas fazem do belo predicado ligado a uma outra substância.
Para Platão o belo é independente em princípio da aparência do belo, sendo uma idéia análoga às idéias de ser, de verdade e de bondade.
Aristóteles relaciona a beleza à ordem na Metafísica como sendo coisas boas, Plotino fez um tratado sobre o belo, onde menciona “Caminhemos então em direção à origem e indiquemos o princípio que concede a beleza às coisas materiais”
A partir do início da época Moderna, outros pontos de vista se sobrepuseram ao metafísico reduzindo o belo à aparência e a subjetividade.
A importância de considerar o Belo como ser independente da aparência é considerar a possibilidade de trilhar a “escada da beleza” da expressão metafórica ou mítica de Platão no Banquete e assim acessar o ser, ou como em Plotino onde a Beleza é também Bem e para o qual precisamos subir de novo em direção ao Bem, para o qual tende o desejo de todas as Almas.
Reduzir, pois, o significado do Belo apenas a aparência não seria diminuir apenas o Belo neste sentido, mas o sentido de toda uma busca do ser humano ao que é perfeito, verdadeiro e sublime.

Belo. In: MORA, José Ferrater. Dicionário de Filosofia – Tomo I (A-D). 2. ed. São Paulo: Loyola, 2004. p. 279-282.
ARISTÓTELES. Metafísica Volume II. 1.ed. São Paulo: Loyola, 2002. 695 p.
PLATÃO. Hípias Maior. 1. ed. Lisboa: Edições 70, 2000. 302 p.
_______. As Leis (incluindo Epimonis). 1. ed. Bauru: Edipro, 1999. 544 p.
_______. Os Pensadores: Diálogos - O Banquete. 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. 266 p.
PLOTINO. Tratados das Enéadas. 1. reimpressão. São Paulo: Polar, 2002. 188 p.
Parte de trabalho apresentado na Faculdade de Filosofia - 2009.1

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Férias: oportunidade de leituras...

Ah! Férias!!
Agora vou poder ler tudo que gostaria, mas que durante as aulas não tenho tempo!
Dentre tantas obras que desejo ler uma delas é Confissões de Santo Agostinho.
Ao ler vou grifando quase todos parágrafos tal grandiosidade da obra.
Como não posso e não devo transcrever tudo aqui, segue um pequeno trecho bastante significativo para mim.

"Eu pecava, por que em vez de procurar em Deus os prazeres, as grandezas e as verdades, procurava-os nas suas criaturas: em mim e nos outros. Por isso, precipitava-me na dor e na confusão e no erro."

Santo Agostinho
Confissões
As realidades mais baixas tem correspondência com os princípios mais elevados.
É como se desejassemos o reflexo da lua na poça de água suja e sem saber que o que nos encanta é o reflexo do reflexo da luz do Sol, mergulhamos. E achamos que ali preencheremos o vazio.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Sobre a existência do mal e da Providência Divina

Santo Tomás aduz muitas razões para provar que a Providência Divina não exclui totalmente o mal das coisas. Deus não é causa do mal, mas o permite porque dele pode tirar um bem maior. Ademais, muitos bens não existiriam se todos os males fossem suprimidos:


"Por exemplo, não existiria a paciência dos justos sem a malignidade dos perseguidores; nem haveria lugar para a justiça punitiva se não existissem os delitos. E nas coisas naturais não haveria geração de um se não existisse a corrupção de outro. Logo se a Divina Providência excluísse totalmente o mal do universo criado, seria preciso diminuir a quantidade de bens. Coisa que não deve ser feita, pois mais poderoso é o bem na bondade do que o mal na maldade. Portanto, a Divina Providência não deve suprimir totalmente o mal das coisas".


Tomás de Aquino, Contra os Gentios, III, c. 71.
Apostila de Metafísica II - 2009.2

Redação baseada na epígrafe 2


"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro, a real tragédia da vida é quando o homem tem medo da luz"

Platão



Minha redação:

Uma criança ainda não tem certas noções, ainda está aprendendo, preserva uma certa inocência. Ela tem uma curiosidade natural de conhecer o mundo que a cerca, tudo que se revela diante dela torna-se um objeto de especulação.
No escuro não podemos ver o mundo, nem conhecê-lo, mas a curiosidade infantil continua a querer saber o que está lá, o que o escuro esconde, então é onde a fértil imaginação de uma criança começa a criar coisas das sombras e nasce o medo do desconhecido que o escuro oculta.
Fácil perdoar este medo cuja fonte é a inocência.
Mas as crianças crescem e aprendem dentre tantas coisas que ao ser apagada a luz as coisas permanecem as mesmas, apenas não podem ser vistas, então o escuro passa a ter uma utilidade, ocultar o que não se quer mostrar. Estas crianças grandes têm medo de revelar algo, então o grande vilão da história passa a ser a luz que mostra e chama a responsabilidade.
Medo da luz, medo do que revela e mostra, medo daquilo que não se quer ver. Medo de estar sujo, medo de mostrar a sujeira, medo de ver-se.
A criança tem medo inocente do desconhecido que se oculta no escuro, já o homem, medo do que sabe que a luz pode revelar. E este prefere esconder do que conhecer-se e saber que é necessário mudar para poder estar na luz e sem medo do escuro, por que no escuro as coisas não mudam, apenas não são vistas.

Trabalho apresentado na Faculdade de Filosofia - 2009.2

Redação baseada na epígrafe 1


"Quando queremos lutar contra as monstruosidades que existem no mundo, devemos tomar o máximo cuidado para que nós mesmos não nos tornemos montros"

Nietzsche

Minha redação:

Algumas pessoas justificam suas atitudes em relação ao próximo com frases prontas como: "foi ele quem começou", "só estou me defendendo", "dou um boi para não entrar na briga, mas dou uma boiada para não sair", "eu é quem tenho a razão, não vou dar o braço a torcer", "quando um não quer, dois não brigam", e por aí vai... É a política da reação, as pessoas não pensam, não ponderam, nem se quer consideram, reagem apenas, como se fossem seres não pensantes.
Afinal de contas aonde vai para esse mundo onde vivemos? Parece que não existe mais respeito!?
Tudo isso começa de pequenos gestos e de pequenas atitudes, observemos isto em um universo menor, a relação de um casal, por exemplo. Recém casados, ela quer que as coisas funcionem como ela sempre sonhou, e ele quer como ele sonhou, será que os sonhos são os mesmos? Daí uma série de maus entendidos podem acontecer, uma pequena coisa fora do lugar por descuido pode ser interpretado como implicância, e assim interpretado pode ser respondido com um eu não faço o seu café, e depois com eu não carrego sua bolsa e até um eu não preciso de você. Se o que o outro fez foi uma "mostruosidade", como você vai corrigir ou diminuir este erro? Agindo igual ao que está agindo errado? Defender o certo, não é defender a si próprio. Às vezes a defesa da conduta certa nos faz abaixar a cabeça e não levantar a voz. Não sou eu quem precisa aparecer, mas sim ela, a verdade.
Se quando vejo que o que o outro faz não é correto e ajo igual a este para me "defender", o que está acontecendo é que eu permiti ser contaminado pelo mal que estava fora de mim, não soube impedir que esse mal se alastrasse o que seria meu objetivo e o pior, estou contribuindo para o aumento do proceder incorreto.
Temos um dom que devemos saber usar, é a nossa inteligência, que deve ser usada para termos cautela na hora de decidirmos nossas atitudes perante ao outro, por que se a minha intenção é corrigir algo errado, tenho que medir bem as atitudes para saber que fruto vou colher delas, se vou conseguir atingir o objetivo e se não vou me ferir.
De nada serve gerar reação em cima de reação se não sabe como as coisas ficaram como estão, onde tudo começou. Melhor é parar, pensar, ouvir todas as "vozes" orientadoras do nosso ser, descobrir o alvo e aí sim atirar uma flecha certeira, não importa se tenho que prostrar-me ou subir num palanque e gritar, o importante é tentar defender a manutenção de atitudes do que seja bom, sem nos tornarmos "monstros" para isso.

Trabalho apresentado em disciplina na Faculdade de Filosofia - 2009.2

sábado, 5 de dezembro de 2009

A criação Divina

Hoje na aula de Simbolismo e Cosmologia o tema foi o simbolismo dos mistérios do terço:

Gozosos

Dolorosos

Gloriosos

Nos gozosos é o homem se afastando do mundo

Nos dolorosos se aproximando de Deus

Nos gloriosos o professor explicou o porque que Deus criou o homem e a mulher

Por que Deus não criou um ser uno, que não precisasse de outro a quem se unir.
É por que a união de um homem com uma mulher em casamento para toda vida é um dos melhores caminhos para encontrar a santidade.
Assim pude compreender toda a minha trajetória de vida. E realmente pude sentir o poder de Deus e todo o sentido da existência.
E fiquei muito grata por estar estudando Filosofia, Cosmologia, Simbolismo, e que tudo isso esteja cada vez mais me levando para perto daquilo que é o objetivo de minha existência, fico muito maravilhada. Não é fácil entender e obedecer tudo que Deus manda, mas se mesmo sem entender tentamos obedecer, tudo que recebemos é muito maior do que tudo que poderíamos imaginar em pedir.
Eu só tenho a agradecer imensamente.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Quarto período ou quatro períodos

Ufa, lá se vai mais um.
Este é o quarto período que findo, mas não necessariamente posso dizer que estou no quarto período.
Ainda faltam no mínimo três anos para eu concluir a faculdade, mas afinal o que é o tempo diante da oportunidade de conhecer.
Conhecer é para toda vida, alías conhecer é a vida, a finalidade do homem. O homem é para conhecer.
Conhecer para praticar.
Ainda não tenho muitos argumentos, mas lamento a modernidade, a correria, a necessidade de novidade, a mudança que é confundida com evolução, o antigo que é deturpado e apresentado como grande novidade. Há uma grande confusão na classificação das coisas...
Enfim, calar-me-ei até o momento que possa falar.