Para se chegar ao mesmo lugar.
Ontem subi a pedra do morro da urca pela trilha.
Uma experiência muito agradável de contato com a natureza.
Exercício físico e espiritual. Mens sana in corpore sano.
E ao chegar lá no alto, onde já estive diversas vezes, estava tudo diferente, não me sentia uma turista, mas em um terreno conquistado, uma vitória.
O caminho leva ao mesmo lugar em que eu já havia estado, mas a forma de chegar mudou a forma de vê-lo.
O mesmo objeto visto de uma perspectiva diferente. Muda tudo.
Valeu a pena.
Estudei Filosofia na Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, na UniBennett e continuo estudando... aprendendo sempre!!! Este blog destina-se as reflexões que os estudos de FILOSOFIA e todas as outras coisas provocam em mim.
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
Mauritius Cornelis Escher
Com seus desenhos Escher permite que entremos em sua imaginação, em sua forma de ver o mundo. Um mundo todo preenchido, sem espaços vazios. Luz e sombra formam figuras por vezes iguais, por vezes antagônicas. Sendo em perspectiva dão a sensação de profundidade e tridimensionalidade.
Podemos apreciar alguns destes trabalhos, de forma interativa, na exposição do Centro Cultural do Banco do Brasil - RJ, até março. Vale a pena conferir!
Podemos apreciar alguns destes trabalhos, de forma interativa, na exposição do Centro Cultural do Banco do Brasil - RJ, até março. Vale a pena conferir!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Mudanças
No começo deste ano mudei, cortei o cabelo, pintei as paredes, troquei os móveis de lugar, mas mesmo assim algo permanece... Mudando, permanecemos.
Conversando com uma querida amiga falava de minhas ambições, ou melhor, da falta delas, de que desejo o que é simples, porém, inestimável. E ela perguntou se eu já tinha assistido o Diabo veste Prada, respondi que não, mas que era presumível que fosse similar a um antigo filme em que a secretária "toma" o lugar da chefe. Ao que ela retrucou que sim, mas que neste filme a secretária poderia ser a chefe, se quisesse, mas mesmo podendo, ela não quis.
Assisti ao filme que é baseado em um livro homônino, de Lauren Weisberger, no qual relata sua experiência como assistente de Anna Wintour, editora da revista Vogue.
No filme afirmam a todo momento para Andy (a secretária), que muitas mulheres se matariam para estar no cargo que ela está ocupando, e que esta é a vida que todos querem. Enfim, ela aceita o desafio e consegue mudar o bastante para permanecer no cargo e até ir além, mas ela não quis prosseguir.
O que será que a impediu?
Creio que ela não quis, por que mais mudanças e adequações aquele "mundo" iam levar junto sua identidade. Seus valores e princípios, sua essência estavam ameaçados, logo ela não seria mais ela mesma. E numa atitude de coragem / covardia ela retrocede e preserva o que é importante para ela, apesar de deixar para trás tudo o que muitas pessoas desejam. Coisas que tem preço, e que pode ser muito alto.
Conversando com uma querida amiga falava de minhas ambições, ou melhor, da falta delas, de que desejo o que é simples, porém, inestimável. E ela perguntou se eu já tinha assistido o Diabo veste Prada, respondi que não, mas que era presumível que fosse similar a um antigo filme em que a secretária "toma" o lugar da chefe. Ao que ela retrucou que sim, mas que neste filme a secretária poderia ser a chefe, se quisesse, mas mesmo podendo, ela não quis.
Assisti ao filme que é baseado em um livro homônino, de Lauren Weisberger, no qual relata sua experiência como assistente de Anna Wintour, editora da revista Vogue.
No filme afirmam a todo momento para Andy (a secretária), que muitas mulheres se matariam para estar no cargo que ela está ocupando, e que esta é a vida que todos querem. Enfim, ela aceita o desafio e consegue mudar o bastante para permanecer no cargo e até ir além, mas ela não quis prosseguir.
O que será que a impediu?
Creio que ela não quis, por que mais mudanças e adequações aquele "mundo" iam levar junto sua identidade. Seus valores e princípios, sua essência estavam ameaçados, logo ela não seria mais ela mesma. E numa atitude de coragem / covardia ela retrocede e preserva o que é importante para ela, apesar de deixar para trás tudo o que muitas pessoas desejam. Coisas que tem preço, e que pode ser muito alto.Permanecemos mudando.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Filosofia da Ciência - Rubem Alves
Aqui não descrevo filosofias, mas o que elas provocam em mim, minhas reflexões.
Quando leio alguma coisa que confirma algo que eu já pensara, ou que faz minha cabeça girar, gosto de deixar registrado aqui.
"As idéias nos ocorrem não quando queremos, mas quando elas querem (...) a imaginação criadora, não pode ser avaliada com precisão, (...) Incapazes de avaliar o que importa, resolvemos ser rigorosos com o que não importa..."
Quando leio alguma coisa que confirma algo que eu já pensara, ou que faz minha cabeça girar, gosto de deixar registrado aqui.
Necessito de inspiração para escrever, e achei interessante a forma como Rubem Alves fala sobre as ideias em seu livro:
"As idéias nos ocorrem não quando queremos, mas quando elas querem (...) a imaginação criadora, não pode ser avaliada com precisão, (...) Incapazes de avaliar o que importa, resolvemos ser rigorosos com o que não importa..."Não somos donos das ideias, elas nos ocorrem quando querem, mesmo que as estejamos buscando, não é sempre que elas nos vêm.
Logo, não escrevo por escrever, só com a devida necessidade de minha alma.
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