
O que é belo? Platão já havia formulado a questão no diálogo Hípias Maior, e neste nenhuma das respostas de Hípias pode satisfazê-lo, pois todas fazem do belo predicado ligado a uma outra substância.
Para Platão o belo é independente em princípio da aparência do belo, sendo uma idéia análoga às idéias de ser, de verdade e de bondade.
Aristóteles relaciona a beleza à ordem na Metafísica como sendo coisas boas, Plotino fez um tratado sobre o belo, onde menciona “Caminhemos então em direção à origem e indiquemos o princípio que concede a beleza às coisas materiais”
A partir do início da época Moderna, outros pontos de vista se sobrepuseram ao metafísico reduzindo o belo à aparência e a subjetividade.
A importância de considerar o Belo como ser independente da aparência é considerar a possibilidade de trilhar a “escada da beleza” da expressão metafórica ou mítica de Platão no Banquete e assim acessar o ser, ou como em Plotino onde a Beleza é também Bem e para o qual precisamos subir de novo em direção ao Bem, para o qual tende o desejo de todas as Almas.
Reduzir, pois, o significado do Belo apenas a aparência não seria diminuir apenas o Belo neste sentido, mas o sentido de toda uma busca do ser humano ao que é perfeito, verdadeiro e sublime.
Belo. In: MORA, José Ferrater. Dicionário de Filosofia – Tomo I (A-D). 2. ed. São Paulo: Loyola, 2004. p. 279-282.
ARISTÓTELES. Metafísica Volume II. 1.ed. São Paulo: Loyola, 2002. 695 p.
PLATÃO. Hípias Maior. 1. ed. Lisboa: Edições 70, 2000. 302 p.
_______. As Leis (incluindo Epimonis). 1. ed. Bauru: Edipro, 1999. 544 p.
_______. Os Pensadores: Diálogos - O Banquete. 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. 266 p.
PLOTINO. Tratados das Enéadas. 1. reimpressão. São Paulo: Polar, 2002. 188 p.
Para Platão o belo é independente em princípio da aparência do belo, sendo uma idéia análoga às idéias de ser, de verdade e de bondade.
Aristóteles relaciona a beleza à ordem na Metafísica como sendo coisas boas, Plotino fez um tratado sobre o belo, onde menciona “Caminhemos então em direção à origem e indiquemos o princípio que concede a beleza às coisas materiais”
A partir do início da época Moderna, outros pontos de vista se sobrepuseram ao metafísico reduzindo o belo à aparência e a subjetividade.
A importância de considerar o Belo como ser independente da aparência é considerar a possibilidade de trilhar a “escada da beleza” da expressão metafórica ou mítica de Platão no Banquete e assim acessar o ser, ou como em Plotino onde a Beleza é também Bem e para o qual precisamos subir de novo em direção ao Bem, para o qual tende o desejo de todas as Almas.
Reduzir, pois, o significado do Belo apenas a aparência não seria diminuir apenas o Belo neste sentido, mas o sentido de toda uma busca do ser humano ao que é perfeito, verdadeiro e sublime.
Belo. In: MORA, José Ferrater. Dicionário de Filosofia – Tomo I (A-D). 2. ed. São Paulo: Loyola, 2004. p. 279-282.
ARISTÓTELES. Metafísica Volume II. 1.ed. São Paulo: Loyola, 2002. 695 p.
PLATÃO. Hípias Maior. 1. ed. Lisboa: Edições 70, 2000. 302 p.
_______. As Leis (incluindo Epimonis). 1. ed. Bauru: Edipro, 1999. 544 p.
_______. Os Pensadores: Diálogos - O Banquete. 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. 266 p.
PLOTINO. Tratados das Enéadas. 1. reimpressão. São Paulo: Polar, 2002. 188 p.
Parte de trabalho apresentado na Faculdade de Filosofia - 2009.1
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