"Por exemplo, não existiria a paciência dos justos sem a malignidade dos perseguidores; nem haveria lugar para a justiça punitiva se não existissem os delitos. E nas coisas naturais não haveria geração de um se não existisse a corrupção de outro. Logo se a Divina Providência excluísse totalmente o mal do universo criado, seria preciso diminuir a quantidade de bens. Coisa que não deve ser feita, pois mais poderoso é o bem na bondade do que o mal na maldade. Portanto, a Divina Providência não deve suprimir totalmente o mal das coisas".Tomás de Aquino, Contra os Gentios, III, c. 71.
Apostila de Metafísica II - 2009.2
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